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Saindo da caixa

Por
Rogério dos Santos
on 12/06/19 03:41 48 visualizações

Desde os primórdios da humanidade, de forma cíclica, temos tido exemplos de avanços e retrocessos no que tange as relações dos indivíduos entre si e entre o meio ambiente do qual fazem parte. Neste processo de altos e baixos, em um fluxo espiralado, que para um observador limitado poderá ser percebido como sendo senoidal, os atores do processo imaginam-se em sua grande maioria, desconectados de tudo e de todos, repletos de medos e dúvidas, sobrevivem por um único motivo: satisfazerem seus instintos e as emanações intangíveis de seus psiquismos confusos, engendrando todas formas de máscaras e disfarces para seus egos, quase sempre maiores que eles mesmos.

Elencamos então o primeiro e mais poderoso algoz desta perniciosa relação, o qual escraviza os seres humanos e coloca tudo ao seu redor como menor que este e como tendo como minimalista razão de existirem, a simples função de servirem e se deixarem usar para satisfação das aparentes necessidades e prazeres das vaidades dos seres humanos. Este impiedoso Senhor de escravos nada mais é que o próprio ser humano!

Fazendo-se uma analogia entre os seres humanos e as máquinas, temos que, quando somos gerados e posteriormente formados no útero de nossas mães, durante o processo de construção celular, nas primeiras 8 semanas, e após estas até o final da gestação, que estamos sendo carregados com informações, desde as genéticas, até as bioelétricas resultantes das emoções e sentimentos de nossas mães. Já nas primeiras 7 semanas de gestação as bases para o desenvolvimento e formação do cérebro, estão prontas e definidas. A partir dai os nervos sensoriais começam a se desenvolver. Na 11ª semana o cérebro posterior (rombencéfalo) origina o cerebelo e o tronco encefálico. Quando nascemos, temos então algo em torno de 100 bilhões de neurônios, sendo que a maioria já havia sido formada até o 6º mês, embora ainda não amadurecidos.

Durante todo este processo, somos carregados com uma programação básica para o bom funcionamento do sistema biológico como um todo, como um computador o é carregado com memória ROM (Read-Only Memory), nosso DNA é a escrita de um código de programação, que diz o que somos, como somos e tudo mais.

Então nascemos, e começamos a experimentar nossos sentidos sensoriais, os quais podem ser comparados aos hardwares periféricos de um computador, por meio dos quais as informações são dinamizadas tanto para entrada quanto para saída, bem como para execução de tarefas mecânicas.

O que os nossos pais fazem então? Começam a carregar a memória desta maravilhosa máquina, programando nela os conceitos e verdades que possuem naquele dado momento, processo esse que perdura até o apagar do último lampejo bio-elétrico no cérebro ao momento da morte cerebral do indivíduo em seu próprio momento.

Interessa ser observado que na fase inicial desta programação, o sistema sensorial entende os impulsos de dor e prazer mais não ainda os códigos de linguagem do meio onde nasceu o indivíduo, o que ocorrerá mais tarde. O bebê aprende que se chorar será alimentado, o desconforto das fezes e urina lhe serão aliviados, que o aroma e o timbre da voz da sua mãe lhe dá segurança e conforto.

Antes mesmo de o bebe começar a verbalizar, os pais e demais seres humanos que convivem com este, lhe imprimem uma série de figuras de imagem, vinculadas a situações de prazer, dor e compensações. Apresentasse-lhes objetos e figuras linguísticas de diferentes timbres e entonações, e isso tudo será gravado como meio de comparação futura aos próximos impulsos.

Nossa família e sociedade convivente nesta fase inicial, então é responsável por instalar o sistema operacional básico; porém não menos importante, sobre o qual vamos agir e interagir com o meio externo e interno.

Temos então que nossa memória ROM, seja o subconsciente e nossa memória RAM, seja o consciente.

Nossas verdades, desejos, gostos, opiniões e mesmo nossa determinação ou apatia, são determinados por entes externos. Sendo que destas muito poucas de fatos vivemos ou experimentamos, algumas sequer avaliamos, apenas aceitamos como sendo nossas.

Desta forma, acabamos por repetir um modelo de programação coletiva, que corresponde ao Zeitgeist vigente no momento.

Você já parou para questionar porque acha que de fato acredita em algo, que de fato é disso ou daquilo que você gosta? Enfim, como você pode garantir que as suas verdades são de fato suas e que são verdades?

Seria tudo muito simples e fácil de resolver e responder, não fosse a existência de alguns indivíduos, os quais podemos comparar com os Crackers, que invadem os sistemas e implantam todo tipo de vírus nestes! Usando de técnicas muito simples que se baseiam na lógica de que nosso cérebro entende uma linguagem que não a falada por qualquer etnia humana e sim uma linguagem bioquímica e bioelétrica, onde formas geométricas, cores, aromas, e sons, mesmo os ditos inaudíveis, dentre outras sensações e impulsos do meio externo, fixam vontades e desejos, a partir de sensações de prazer, dor, medo ou felicidade em nossos cérebros. Aí então estes Crackers direcionam as grandes massas humanas, por meio de programações subliminares e outras liminares e escancaradas mesmo, para que acreditem em algo, consumam algo, não reajam a esta ou aquela situação, etc.

De tudo que você acredita, o quanto você pode experimentar por si, ou então pode elaborar uma análise com base em métodos científicos, com parâmetros sólidos, e variáveis conhecidas, para validar estas suas verdades?

De forma perniciosa e deliberadamente programada, nossas mentes são bombardeadas com informações muito acima do que podemos perceber de forma consciente, tendo, porém, o registro em nosso subconsciente, o que emerge em nós como sendo desejo nosso, fazendo-nos por exemplo como escravos do consumismo exacerbado e promíscuo.

O interessante nesta dinâmica é que para todos os vírus existem antí vírus, que em nosso caso, apresentam-se como sendo formados por pacote de dados, contendo as informações para sairmos da caixa e podermos enxergar para além do horizonte e por cima destas.

O sistema contribucionista, traz em si os conceitos para nossa libertação e autonomia pacíficas, gravados em nossos DNAs, posto que em nossas células possuímos os registros das memórias genéticas de todos nossos ancestrais.

Tendo como missão principal a de conectar pessoas, para que estas cooperem entre si de forma contribucionista, em prol da sustentabilidade social e ambiental,  nós desejamos nos tornarmos uma referência no que tange a disponibilização dos saberes e das ferramentas necessárias para sustentabilidade individual e coletiva, tendo por base o contribucionismo e a cooperação ética, transparente e democrática, sendo uma rede viva de pessoas comuns focadas em resolver problemas sociais e ambientais, por meio da união de forças que as ações coletivas organizadas geram.

Os conceitos que norteiam a Rede Contribucionista, são em si mais antigos que em primeiro plano podemos perceber, por isso faz-se necessário que entendamos um pouco da história humana, no que tange suas motivações para o trabalho coletivo e o compartilhamento de recursos. Como veremos nos capítulos que seguem.

 Boa leitura! 

UM BREVE RESUMO HISTÓRICO

A cooperação humana e as formas destas relações, são muito mais antigas do que muitos pensam, ou mesmo do que é dado como referência no que tange os sistemas organizacionais da sociedade. Existem registros de trabalhos coletivos organizados de forma solidária entre pessoas, para fins de realização de objetivos coletivos, desde a pré-história. Isso pode ser referenciado em diferentes partes do planeta, onde nos registros de pinturas rupestres, existem figurações gráficas de homens unidos para caçarem animais que doutra forma não conseguiriam.

Na Armênia, mais especificamente em Erivan, bem próximo ao Monte Ararat, funciona desde remotos tempos pré-históricos, um modelo muito especial de leiteria, onde as mulheres que se ocupam da coleta do leite e da produção dos derivados desde, formaram uma espécie de cooperativa solidária, com o objetivo de economizar o combustível, um insumo raro e caro no local e nos processos produtivos.

Ainda nas culturas antigas, temos os exemplos da organização dos trabalhos e do uso dos meios de produção, nestas. A responsabilidade de caçar e guarnecer as aldeias era organizada e distribuída entre os homens, enquanto que as tarefas de processamento e preparo dos alimentos, bem como a gestão dos insumos e dos alimentos, roupas e utensílios, era uma tarefa destinada às mulheres, idosos, e crianças; sendo que uma das tarefas mais importantes dentro deste processo, era a de manter o fogo aceso, o que era feito como algo sagrado, por uma guardiã da chama.

Não haviam donos dos meios de produção, os quais entendiam-se como de propriedade coletiva da aldeia, posto que geraria benefícios para todos.

O tempo foi passando e na região entre os Rios Tigre e Eufrates, emerge a cultura e o desenvolvimento, dando origem as bases da atual sociedade humana, com a invenção da escrita, matemática, geometria, astronomia, medicina, engenharia arquitetônica, metalurgia, códigos de leis sociais e justiça, dentre tantos outros. E um fato interessante a ser observado, é que nos registros das escritas cuneiformes, encontra-se de forma clara a organização coletiva para o bem comum, tanto na construção dos Zigurates quanto na manutenção destas cidades gigantescas e complexas.

Mais à frente na história, depois de a sociedade entrar em colapso, devido a miséria de muitos para o acumulo de riquezas de poucos, alguns homens e mulheres que recusavam-se em trabalhar nas terras ao redor das cidadelas, formando os feudos, tendo de entregar cada vez mais de suas produções aos donos destas terras, tinham somente duas opções, ou não pagavam e eram presos, torturados e mortos, quando tinham sorte, ou migravam para outros locais e reuniam-se em pequenas aldeias autônomas e tentavam sobreviver do que produzissem e caçassem. Ainda aqui temos a economia social com base no sistema solidário, com base na cooperação recíproca.

Já no final do Séc. XVIII e início do Séc. XIX, a Europa estava sendo inundada pelo que os historiadores passaram a chamar de Revolução Industrial, em sendo baseadas as relações comerciais no liberalismo, da livre concorrência, da defesa exacerbada da propriedade privada, (dos ricos é claro, posto que a classe pobre não tinha direito algum, muito menos propriedades), o que foi levado ao extremo, quando o Sr. Watt lançou a máquina à vapor.

A população operária, não sabia ler e escrever, e alguns raros proletários o tinham tal capacidade, e isso era mantido desta forma com mãos de ferro pelos dirigentes sociais, nomeados ao peso do ouro dos ricos empresários, e “nobres” investidores. Como a aristocracia tinha acesso a um dos meios de produção mais preciosos, que era o conhecimento, eles obtiveram com muita antecedência a ciência das máquinas que estavam sendo desenvolvidas, e investiram muita de suas riquezas no desenvolvimentos destas máquinas, o que lhes fez donos delas e de seus destinos e formas de uso, em parceria com os gestores públicos, ao seu serviço, eles organizaram-se no sentido de gerarem de forma propositada e programada, a miséria e a morte indiscriminada de milhares de pessoas, de todas as idades.

Mulheres, por vezes grávidas, crianças, idosos doentes, trabalhavam 17 horas diárias ou mais, famintos e sedentos, substituídos como peças defeituosas quando caiam ao chão das fábricas. Isso fez com que alguns pensadores econômicos da época fossem levados à revolta, dando origem à conceitos como: “A cada um, de acordo com seu trabalho!”, “A cada um, segundo sua capacidade!”, “A cada um, segundo as suas necessidades!”, surgiu então um grupo de pensadores, que punha em cheque as lógicas do livre mercado, os quais habilidosa, sorrateira e rapidamente foram visados e rotulados pelos donos do poder, pejorativamente de “socialistas utópicos”, em pronúncias públicas que os referenciavam como sendo uma doença contagiosa. Em sendo utópicos estes pensamentos seriam inatingíveis!

“- A socialização da economia constituiria um meio de se realizar a igualdade de fato: implicaria a limitação ou supressão do direito de propriedade privada. Essa posição do socialismo em relação à propriedade privada constitui uma das suas características externas essenciais: todos os sistemas, que aí se inspiram, apresentam este traço distintivo. (HUGON, 1970, pag. 163).

Desta forma, com a preocupação com o social e com a socialização dos meios de produção, a cooperação entre os homens, desdobrando-se no cooperativismo, foram discutidos inicialmente por pensadores econômicos socialistas e associativistas. Os quais reagiram contra as injustiças sociais na Europa do Séc. XIX; em prol do lucro capital e da acumulação de propriedade privada, por parte dos donos dos meios de produção.

François Marie Charles Fourier, pensador socialista francês, do início do Séc. XIX, um dos pais do cooperativismo, disse: “- O mal de que sofre o homem, sobretudo quanto às suas condições de vida, consiste na ausência de liberdade econômica, embora, por estranha ironia, seja em nome desta liberdade que defenda o estado social existente.” (HUGON, 1970, pág. 175)

Robert Owen, foi um rico industrial Galês, aos 30 anos, como co-proprietário e gerente de uma tecelagem em New Lanark no Reino Unido, reduziu a jornada de trabalho dos funcionários de 17 para 10,5 horas, construiu casa para as famílias dos operários, o primeiro jardim de infância e a primeira cooperativa. Abriu uma loja onde os operários podiam comprar os produtos por pouco mais que o valor do custo de produção. Restringiu a venda e o consumo de bebidas alcoólicas foi estritamente controlada. Esse foi o alicerce que sustenta as lojas cooperativas na Grã-Bretanha, as quais operam ativas até hoje.

 Este célebre homem, ainda que pouco citado nas literaturas cooperativistas, foi o precursor de tal sistema, no mundo “moderno”, tendo muitas de suas ideias, evidenciadas nos estatutos dos Justos Pioneiros de Rochdale, e que passaram a fazer parte da doutrina cooperativista até os nossos dias.

Foi o primeiro autor a usar a palavra “cooperação”, tendo-a como antônimo de “concorrência”.

Em 1835, Owen registrou na Inglaterra, uma associação chamada de: “Association of all Classes of all Nations”, em cujos Estatutos contemplava a instituição de uma Cooperativa Central em nível mundial e a formação da opinião pública de modo a propagar o ideário da cooperação e a exclusão da concorrência. Esta foi sem dúvida alguma a semente da atual Aliança Cooperativa Internacional (GAYOTTO, 1976).

Assim como Charles Fourier produziu na França, o material teórico em que descreve o que nominou como “Falanstério”, o que se tornou a base para as atuais comunidades alternativas e enclaves independentes e autossustentáveis desde à sua época até a atualidade.

Em novembro de 1844, trabalhadores unidos pela desesperança e miséria ao seu redor, buscaram nos pensadores anteriores e noutros também inspirados pelos primeiros, as bases para um alento de esperança e conforto por dias melhores.

Estes tecelões haviam saído derrotados de uma sofrida greve por melhores salários e condições dignas de trabalho, e apesar das incertezas, eles passaram uma lista de adesões e começaram a recolher dinheiro e a formar um caixa com seus próprios e escassos recursos.

Um dos membros do grupo, o Sr. Holyoake, citado por Gayotto e Barros (1976) e por Lambert (1975), descreveu que foi colocada a possibilidade de emigração para outro lugar, bem como foi proposta uma maior atuação política, com o ideário da conquista do poder político pelo povo. Mas a tese que foi vitoriosa e teve empatia dos demais nestes debates foi a que defendia por influência direta dos solialistas discípulos de Owen e King, de se formas uma sociedade cooperativa.

Assim em outubro de 1844, tendo obtido 28 libras, esses pobres tecelões de Rochdale, formados por 27 homens e 1 mulher, registraram e fundaram a “Rochdale Society of Equitable Pioners”, a primeira cooperativa de consumo da sociedade moderna.

Esta traz em seu 1º artigo: “- Desde o momento que seja possível, essa sociedade empreenderá a organização das forças de produção, de distribuição, de educação e de governo, dito em outras palavras, o estabelecimento de uma colônia que se baste a sí mesma e que prestará ajuda a outras sociedades para estabelecer colônias semelhantes a esta.” (LAMBERT 1975).

Isso deixa bem claro a maior intenção dos Justos Pioneiros, como sendo a formação dessa organização não somente como uma cooperativa de consumo, mas também de uma nova sociedade em bases éticas e econômicas diferenciadas.

Este é o alicerce do movimento cooperativista Autogestionário, e a base doutrinária dos Estatutos dessas cooperativistas norteou e ainda norteia toda organização cooperativa até os dias de hoje, sendo adotada e propagada pela Aliança Cooperativa Internacional.

O DESEQUILÍBRIO PROGRAMADO

Hoje, em pleno século XXI, vivemos mais uma Revolução, com o advento das tecnologias 4.0, AI (Inteligência Artificial), autonomia das máquinas em regimes de trabalho contínuos, e também vivemos talvez em uma escala nunca antes vista, a maior miserabilidade humana, da fauna e da flora Planetária, e tudo isso em nome da manutenção da riqueza e da propriedade privada de um pequeno grupo que detém o controle e poder dos recursos planetários.

O Nobel em economia Joseph E. Stiglitz usou uma interessante figura de imagem para figurar essa desigualdade: “Um ônibus transportando 85 dos maiores multimilionários do planeta possuem tanta riqueza, que representaria a soma de todos os recursos disponíveis para a metade mais pobre do planeta!”

Em números: {(base de pesquisa até abril de 2019) dados estes com base nos patrimônios declarados}

0,7% da população mundial monopoliza 45,2 % de toda riqueza do planeta;

10% dos mais ricos, controlam 88% dos ativos mundiais.

Segundo o Credit Suisse:

O número de ultra ricos é de 124.000;

59.000 destes ultra ricos moram nos EUA;

10.000 destes vivem na China;

5.400 destes vivem no Reino Unido;

O número de pessoas com um patrimônio superior a um milhão de dólares, crescerá 46% nos próximos 5 anos, chegando nos 49.000.000 de indivíduos;

46% da classe média mundial, vivem na Ásia-Pacífico;

29% moram na Europa;

39% nos EUA e Canadá;

11% na América latina;

Então, 664 milhões de pessoas em todo o mundo podem ser consideradas de classe média, ou seja; 14% da população mundial;

2% destes 14% (96 M) de pessoas tem suas riquezas avaliadas em mais de meio milhão de dólares (1,95 milhões de reais)

Em minhas palestra e cursos, costumo citar como referência e indicação como base de conhecimento e questionamento paradgmal, o vídeo “A história das coisas” e a série de vídeos “Quanto vale ou é por Quilo”. Estes vídeos mostram de forma didática e clara o funcionamento dos sistemas de construção de opiniões, controle e dominação pública, que leva a humanidade ao ato insano de pagar para ser escravizado e mesmo envenenado, como sendo esta a ordem natural das coisas.

Até aqui, você recebeu algumas informações, as quais talvez nunca tenha parado para observar, apesar de estarem o tempo todo a sua frente, ou quem sabe as viu, mas não as considerou relevantes, ou mesmo pode até ter pensado; “– O que posso fazer. Sou apenas um e não tenho tempo para me preocupar com isso!”  

Em qualquer que seja a situação, ficam as perguntas que você, que está lendo este texto deverá responder primeiro para si mesmo, para fins de saber se deve continuar lendo ou se deve parar agora, antes de mais nada; segundo caso decida continuar, você deverá responder as perguntas que seguem logo após, pois se prosseguir, você nunca mais será o mesmo, haja visto que você terá sido “conduzido para fora da caverna”!

REDE CONTRIBUCIONISTA

Rogério dos Santos – Coordenador Geral

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Última atualização: 12/06/19 03:41